domingo, agosto 31, 2008

Moscas escapam porque planejam bem a fuga

Sim, é difícil apanhar moscas. Difícil também é conceber que o pequeno cérebro destes insectos maçadores usa artimanhas para a fuga. Elas planeiam o voo necessário para escapar à perseguição que lhes movemos incessantemente.

Um estudo divulgado pela revista "Current Biology" explica como o cérebro minúsculo da mosca, mais pequeno que uma cabecinha de alfinete, nos consegue derrotar na maioria das vezes e só raramente nos permite raras vitórias em que um jornal bem dobrado é a arma mais eficaz.

Inteligência fulgurante e bom planeamento são as virtudes da mosca. Quem a apanhou na teia deste estudo garante que muito antes de voltear no seu voo, o insecto calcula a localização da ameaça e tece um plano. Em cem milésimos de segundo o bicho coloca-se em posição de pré-voo, centrando a massa do seu corpo e impulsionando-a depois com a força das patas. Isto acontece quer ele esteja a "besourar" à nossa volta, a alimentar-se ou andar. Um cientista da equipa que estudou o comportamento da mosca aconselha: se se quiser apanhar uma delas, não se deve fazer pontaria para a posição em que ela está, mas para um ponto mais além na trajectória prevista. Avance-se matreiramente, que a mosca detecta mal os movimentos lentos, e zás.



Mas o que vem a ser isto?!

sábado, agosto 30, 2008

invenções um tanto quanto curiosas




Maurice Collins é um empresário aposentado de Muswell Hill, Londres, e seu hobby é colecionar gadgets históricos. Invenções que tinham a ingênua pretensão de solucionar dificuldades da vida. De sua enorme coleção com mais de 1.400 itens, ele selecionou 50 para expor no British Library Business and Intellectual Property Centre. Se hoje não passam de objetos inusitados e curiosos, na época foram criados cheios de boa intenção. A seguir pode-se ver exemplos da inventividade humana.



Mapas de pulso
Pode soar como piada, mas podemos considerá-lo como o pai do GPS ou a versão impressa do Google Maps. A idéia de 1920 era bastante interessante, embora provavelmente nada prática. Quem sabe com a ajuda de um "navegador" no banco do lado, ficasse mais fácil de ser usado. Pequenos pergaminhos com rotas de estradas eram encaixados na base do que seria o visor. Ao girá-los, o caminho a ser percorrido aparecia em sequência, direcionando o motorista pela rota correta. Sozinho, um motorista corria sérios riscos de causar ou sofrer acidentes tentando se situar. A invenção foi um fracasso e pouquíssimas pessoas se interessaram.




Alarme de porta
Parecido com um doorstop, aqueles acessórios usados para prender portas, este interessante objeto tinha o funcionamento bastante simples. E óbvio. Encaixado sobre a porta, uma pequena alavanca ficava erguida. Caso alguém tentasse empurrar a porta para abrí-la, ela virava um pêndulo que acionava uma poderosa campainha. Inventivo, mas nada efetivo em termos de segurança.



Carteira porta-arma
Em tempos de insegurança, esta inusitada carteira tinha espaço para algo mais que dinheiro e lencinhos. Discreta, tinha o compartimento para se guardar uma pequena arma e uma bala. Sim, apenas um projetil! Além de tudo, a dona da carteira precisava ser boa de mira.



Massageador elétrico
Se nos anos da década de 30 a massagem era considerada não um luxo, mas como algo essencial para manter a pele saudável, este massageador certamente não trouxe muito bem-estar aos seus proprietários. Invariavelmente, levava-se pequenos, mas desagradáveis choques elétricos.

Massageador de olhos
Até o nome assusta, imagine então o funcionamento desta geringonça. A pessoa encaixava firmemente o rosto na máquina e mantinha os olhos bem abertos nos locais indicados. Na parte de trás, apertava-se os bulbos de borracha que lançavam jatos de ar diretamente no globo ocular. Lágrimas deviam rolar.






Óculos com luzes
A intenção era das melhores, mas adaptar duas lâmpadas na armação de um óculos já não parece nada agradável e tampouco prático. Mas se além de tudo, fios elétricos saíssem da sua cabeça em direção as baterias que ficavam nos seus bolsos, a idéia devia soar ainda mais aterrorizante.



Protetores de bigode
Homens com bigodes enormes não deviam ser a melhor das visões durante as refeições e a intenção destas invenções até que era louvável: evitar que líquidos e pedaços de comida se alojassem nos pêlos. Esta xícara e colher tinham proteções que deixavam passar apenas o alimento sem que os bigodões fossem atingidos. A efetividade era duvidosa e aparentemente caiu em desuso.



Alongador de dedos
Este aparelhinho pode ter acabado com a carreira de muito pianista. Seu objetivo era alongar os exigidos dedos dos músicos, que precisavam de maior elasticidade e flexibilidade, mas esta invenção de 1910 parece não ter sido aprovada.

domingo, agosto 10, 2008

como esconder um elefante?


Esta foi a pergunta num concurso de photoshop.
e heis as respostas!

haha









tem q ter imaginação!